Expor para o mercado financeiro todas as suas formas de gestão. É dessa forma que as cooperativas devem se comportar diante dos bancos e de seu público-alvo. Isso é o que indica o primeiro estudo do Banco Central voltado para as cooperativas de crédito divulgado na tarde desta segunda-feira (29) no VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças, que acontece até o dia 1º de outubro em Belo Horizonte (MG).
O objetivo da pesquisa, segundo o chefe-adjunto do Departamento de Orgaização do Banco Central, Marden Marques, é "analisar a dinâmica de funcionamento do conselho de administração das cooperativas de crédito no Brasil e defender o agumento de que, para uma boa governança, as atividades de execução devem ser exercidas por diretoria estatutária e diretoria executiva".
O público-alvo do projeto são as cooperativas de crédito singulares, centrais de cooperativas de crédito, confederações de cooperativas de crédito, bancos cooperativos, outras organizações ligadas ao cooperativismo e o Banco Central do Brasil.
"A pesquisa propõe práticas de governança para as cooperativas de crédito, visando reduzir riscos de diversas naturezas e dar transparência para o mercado sobre o que são essas cooperativas", afirma o analista da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae Nacional Robson Vítor.
De acordo com o Banco Central, estudos recentes revelam que a principal causa de falência das cooperativas de crédito decorre de conflitos gerados na separação entre as funções de dirigentes e proprietários. Do ponto de vista dos associados entrevistados, as questões de governança visam promover condições que facilitem a tomada de decisão coletiva, reduzindo seus custos e potenciais de conflito.
Análise Como uma das etapas de formulação do estudo, foi aplicada uma pesquisa amostral junto a 14 associados aleatoriamente sorteados de cada uma das 30 cooperativas existentes no País, totalizando uma amostra de 420 associados. Um dos objetivos desse questionário foi identificar as perspectivas dos associados com a dos dirigentes quanto às questões de governança da cooperativa.
Sobre o atendimento aos interesses e necessidades de serviços financeiros, 76,8% dos associados consideram que a cooperativa sempre atende a esses quesitos. Para 36,4%, o principal motivo que os levou a se associar e a se manter associados são os benefícios econômicos e as vantagens que as cooperativas oferecem. Para 14,3%, o atendimento e as facilidades oferecidas para o usuário são os principais motivos para estar associado. Leia mais na ASN.
Publicada na Agencia Sebrae de Notícias (ASN) -www.agenciasebrae.com.br
Repórter, enviada especial Regina Xeyla
29/09/2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Comércio com Argentina terá sistema de pagamento em moedas locais
O Sistema de Pagamentos em Moedas Locais (SML), que entra em vigor na próxima sexta-feira (3), foi apresentado em detalhes por representantes dos bancos centrais do Brasil e da Argentina aos participantes do Encontro Oportunidades de Negócios Internacionais - Microtransferências e Uso de Moedas Locais. O Encontro faz parte da programação paralela ao VII Seminário Banco Central de Microfinanças, que se realiza a partir desta segunda-feira (29) até quarta-feira (1º) no Ouro Minas Palace Hotel em Belo Horizonte (MG).Os últimos ajustes do Sistema, que poderá ser gradualmente estendido a outros países integrantes do Mercosul, foram acertados durante o encontro dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner no último dia 8 em Brasília.
O Sistema elimina o dólar das transações comerciais entre Brasil e Argentina. Por meio dele, as empresas poderão fazer compras e vendas em reais e pesos, o que lhes permitirá redução dos custos de transações, principalmente para as pequenas e médias. Além disso, aproximará os sistemas dos bancos centrais, estimulará a consolidação de mercados cambiais em moeda nacional. Trata-se, portanto, de um importante passo no processo de integração regional.
Para o gerente da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, Alexandre Guerra, a entrada em vigor do SML é uma inovação que deve ser celebrada, no momento em que Sebrae e parceiros apostam na internacionalização das micro e pequenas empresas como fator de competividade externa e interna.
O Sistema, explicou, elimina a necessidade do 'hedge' (cobertura do risco cambial), mecanismo ao qual o segmento não tinha acesso. Outra inovação: podem trabalhar com o sistema inclusive instituições financeiras que não operam com câmbio. Isso fará com que micro e pequenas empresas também ganhem em termos de maior capilaridade do atendimento e o conseqüente aumento da competitividade entre os agentes financeiros.
O evento faz parte da programação paralela do VII Seminário Banco Central de Micro Finanças, cuja abertura oficial se dará às 19 horas desta segunda-feira (29), com as presenças do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves. O evento prossegue até quarta-feira (1º de outubro). Leia mais na ASN.
Publicada na Agência Sebrae deNotícias (ASN) - http://www.agenciasebrae.com.br/
Repórter, enviada especial Clara Favilla
29/09/2008
O evento faz parte da programação paralela do VII Seminário Banco Central de Micro Finanças, cuja abertura oficial se dará às 19 horas desta segunda-feira (29), com as presenças do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves. O evento prossegue até quarta-feira (1º de outubro). Leia mais na ASN.
Publicada na Agência Sebrae deNotícias (ASN) - http://www.agenciasebrae.com.br/
Repórter, enviada especial Clara Favilla
29/09/2008
Meirelles: Brasil não está imune à crise, mas tem resistência
"O governo brasileiro já tomou e continuará tomando as medidas necessárias que minimizem os efeitos da crise dos mercados financeiros globais sobre a economia do País", afirmou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ao abrir o VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças em Belo Horizonte nesta segunda (29).
Meirelles aproveitou a abertura do evento, que conta com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros, para dar um recado sobre a crise que se agravou nesta segunda-feira, depois que o Congresso dos Estados Unidos não aprovou o pacote de US$ 700 bilhões do governo Bush para socorrer instituições financeiras em dificuldades, acertado previamente com a oposição e os presidenciáveis dos partidos Democrata e Republicano.
"O dia de hoje foi marcado pela volatilidade dos mercados globais em função da crise financeira americana com repercussões também na Europa. O dado novo é que, pela primeira vez, a crise não é no Brasil e nem em qualquer outro mercado emergente", disse Meirelles a um plenário atento a cada uma de suas palavras.
Todos já esperavam que se pronunciasse sobre a crise que impactou fortemente o desempenho da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo (Bovespa), nesta segunda-feira (29), forçando-a a interromper as atividades.
O pronunciamento foi acompanhado por repórteres dos principais veículos de comunicação de abrangência regional e nacional. Segundo Meirelles, o que vem acontecendo lá fora, que começou com a quebra de grandes e tradicionais bancos de investimentos americanos, ainda não mostra impacto severo no Brasil, mas não se pode ignorar a crise.
"Estamos acompanhando passo a passo a crise, inclusive em contato direto com autoridades de todo o mundo", afirmou. Ele enfatizou também que, nos últimos anos, o Brasil tomou as medidas fortes que o está ajudando a enfrentar as atuais turbulências. Entre elas o câmbio flutuante e o sistema de metas de inflação, além do fortalecimento de suas reservas internacionais, hoje em 207 bilhões, três vezes o montante da dívida externa.
"Somos credores externos líquidos. Além disso, a performance da dívida pública melhorou muito. Inclusive, se o dólar se valoriza, a dívida se reduz, o que não acontecia no passado. Não estamos imunes à crise, mas temos resistências e disposição para tomar medidas como a recente flexibilização nos depósitos compulsórios junto ao Banco Central, feitos pelas instituições financeiras sobre os depósitos captados à vista".
Publicada na Agência Sebrae de Notícias (ASN) -www.agenciasebrae.com.br
Repórter, enviada especial Clara Favilla
29/09/2008
Meirelles aproveitou a abertura do evento, que conta com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros, para dar um recado sobre a crise que se agravou nesta segunda-feira, depois que o Congresso dos Estados Unidos não aprovou o pacote de US$ 700 bilhões do governo Bush para socorrer instituições financeiras em dificuldades, acertado previamente com a oposição e os presidenciáveis dos partidos Democrata e Republicano.
"O dia de hoje foi marcado pela volatilidade dos mercados globais em função da crise financeira americana com repercussões também na Europa. O dado novo é que, pela primeira vez, a crise não é no Brasil e nem em qualquer outro mercado emergente", disse Meirelles a um plenário atento a cada uma de suas palavras.
Todos já esperavam que se pronunciasse sobre a crise que impactou fortemente o desempenho da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo (Bovespa), nesta segunda-feira (29), forçando-a a interromper as atividades.
O pronunciamento foi acompanhado por repórteres dos principais veículos de comunicação de abrangência regional e nacional. Segundo Meirelles, o que vem acontecendo lá fora, que começou com a quebra de grandes e tradicionais bancos de investimentos americanos, ainda não mostra impacto severo no Brasil, mas não se pode ignorar a crise.
"Estamos acompanhando passo a passo a crise, inclusive em contato direto com autoridades de todo o mundo", afirmou. Ele enfatizou também que, nos últimos anos, o Brasil tomou as medidas fortes que o está ajudando a enfrentar as atuais turbulências. Entre elas o câmbio flutuante e o sistema de metas de inflação, além do fortalecimento de suas reservas internacionais, hoje em 207 bilhões, três vezes o montante da dívida externa.
"Somos credores externos líquidos. Além disso, a performance da dívida pública melhorou muito. Inclusive, se o dólar se valoriza, a dívida se reduz, o que não acontecia no passado. Não estamos imunes à crise, mas temos resistências e disposição para tomar medidas como a recente flexibilização nos depósitos compulsórios junto ao Banco Central, feitos pelas instituições financeiras sobre os depósitos captados à vista".
Publicada na Agência Sebrae de Notícias (ASN) -www.agenciasebrae.com.br
Repórter, enviada especial Clara Favilla
29/09/2008
Crescem operações de crédito nas cooperativas brasileiras
Alessandro Carvalho Seminário Banco Central sobre Microfinanças vai até 1º de outubro em Belo Horizonte Estudo do Banco Central sobre Governança Cooperativa revela números atuais sobre o cooperativismo de crédito no Brasil. As informações foram divulgadas na manhã desta segunda-feira (29) em Belo Horizonte durante o VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças, evento que acontece até o dia 1º de outubro na capital mineira.O sistema cooperativista de crédito brasileiro, entre 1997 e 2007, teve pouco crescimento em termos de quantidade de cooperativas, passando de 1.120 para 1.423 cooperativas. Por outro lado, sua participação nos principais agregados do sistema financeiro teve aumento expressivo, de 1,4% do patrimônio líquido para 2,2%. Outros indicadores mostram aumento relativo: operações de crédito aumentaram de 0,7% para 2,3%; depósitos e ativos totais, de 0,3% para 1,5%. Em relação ao número de associados atendidos pelas cooperativas de crédito, estes passaram de 1,4 milhões em 2001 para 2,8 milhões em 2006, atingindo um total de 3,5 milhões em 2007.
Para manter o espaço conquistado ou ampliar sua fatia no mercado financeiro, o segmento de crédito cooperativo tem como desafio melhorar suas práticas de governança, especialmente adotando instrumentos de fiscalização e controle mais eficientes. Segundo o Banco Central, o cooperativismo tem o desafio de enfrentar um novo ambiente macroeconômico - redução de taxas básicas de juros, redução no spread (diferença das taxas praticadas pelos bancos na captação e aplicação de recursos), aumento da concorrência do crédito de varejo, seu principal nicho de mercado.
Ainda de acordo com a instituição financeira, apesar dos desafios, o ambiente institucional é favorável ao crescimento. Além da Lei 5.764/1971, que já institui importantes instrumentos de fiscalização e controle, tanto internos quanto externos, o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central, atentos ao crescimento e às necessidades do segmento, promoveram, no limite de suas competências, mudanças institucionais significativas tanto na regulação quanto na supervisão do sistema cooperativista de crédito.
Nesse sentido, para melhorar a supervisão das cooperativas de crédito, foi criada área específica para a supervisão dessas cooperativas e o segmento não-bancário no Banco Central, com o intuito de ter um departamento mais voltado para as peculiaridades desses segmetos.
Em relação à regulação, a Resolução 3.442/2007 do CMN contém dispositivos que exigem adoção de instrumentos de fiscalização e controle mais rigorosos e incentivos para as cooperativas se integrarem em sistemas de rede.
Cooperativas brasileiras
Hoje, o universo das cooperativas de crédito no Brasil possui três níveis de atuação: as cooperativas singulares (primeiro nível), que prestam serviços diretamente aos seus associados; as cooperativas centrais e federações de cooperativas (segundo nível), onde são prestados serviços de integração de atividades e utilização recíproca de serviços às cooperativas singulares associadas; e as confederações de cooperativas (terceiro nível), que orientam e coordenam as atividades das cooperativas centrais e federações de cooperativas.
Em dezembro de 2007, essa estrutura era formada por 1.427 cooperativas singulares, 37 cooperativas centrais, quatro confederações e dois bancos cooperativos. As cooperativas de crédito podem ser classificadas por modalidade, de acordo com o objeto ou natureza das atividades desenvolvidas ou pela condição de vínculo de seus associados, podendo ser: cooperativas de empregados públicos ou privados, de profissionais, de crédito rural, de microempresários, de empresários e de livre admissão.
As cooperativas de crédito também podem ser agrupadas de acordo com o vínculo a sistemas cooperativos ao qual pertencem e que compartilham normas internas, sistemas, procedimentos, tecnologias, produtos, serviços. Os sistemas de cooperativas existentes no Brasil são: Sicoob, Sicredi, Unicred, Ancosol, CentralCred, Cecred, Cecrers, Federalcred e Ceeoopes, que agregavam 79% das cooperativas de crédito brasileiras em dezembro de 2007. As cooperativas não vinculadas a sistemas, classificadas como independentes, representam 21% do total.
Publicado pela Agência Sebrae de Notícias (ASN) - http://www.agenciasebrae.com.br/
Repórter, enviada especial Regina Xeyla
29/09/2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Banco Central aprova novas cooperativas de crédito rural
A constituição das Cooperativas de Crédito Rural de Economia Solidária de Benjamin Constant (Solicred Benjamin Constant) e de Tabatinga (Solicred Tabatinga), localizadas na região do Alto Solimões no Amazonas, já contam com o parecer favorável do Banco Central (BC).Essas aprovações eram aguardadas pelo Sebrae local e pelos produtores rurais desde novembro de 2007, quando o pedido foi protocolado no BC. Essas duas são as primeiras cooperativas de crédito rural e solidário a abrir as portas no Amazonas.
"Os avais representam a realização de um sonho, de um trabalho iniciado há um ano e que vem sendo alcançado por etapas. Primeiro construímos os projetos, depois protocolamos os documentos no Banco Central e agora conseguimos a aprovação do Banco Central para funcionar", explica a gestora do projeto no Sebrae/AM, Sâmia Nunes Cardoso.
Com a resposta favorável da autoridade monetária, o próximo passo a ser dado é trabalhar os atos constitutivos de formação da cooperativa, tais como realizar assembléia de constituição, aprovar estatuto e os conselhos administrativo e financeiro. Os trâmites legais se encerram com a homologação desses resultados no Banco Central e com o registro da cooperativa na Junta Comercial local.
De acordo com Sâmia, o Banco Central concede um prazo de 90 dias para a realização dessas últimas etapas. "Nos dias 11 e 12 de outubro, acontecem as assembléias de constituição das duas cooperativas. A idéia é que as portas da Solicred Benjamin Constant e Solicred Tabatinga abram em janeiro de 2009", informou.
O público-alvo das duas cooperativas são pessoas que desenvolvam, de forma efetiva e predominante, atividades agrícolas, pecuárias ou extrativas dentro da área de atuação dos municípios de Benjamin Constant, Atalaia do Norte e Tabatinga. Leia mais na Agência Sebrae de Notícias (ASN) - http://www.agenciasebrae.com.br/
Matéria publicada na ASN
25/09/08
Repórter Regina Xeyla
Seminário avalia rumos do sistema de microfinanças no Brasil
Operadores e tomadores de crédito discutindo juntos problemas e soluções. Esse é o propósito do VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças, que acontece de 29 de setembro a 1º de outubro no Ouro Minas Palace Hotel, em Belo Horizonte (MG). Serão três dias de palestras e debates com importantes nomes e autoridades no tema. Para a solenidade de abertura, está prevista a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O evento é uma promoção do Sebrae em parceria com o Banco Central.
Também devem comparecer à abertura do evento o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; os ministros do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Agrário, Carlos Lupi e Guilherme Cassel; o governador de Minas Gerais, Aécio Neves; o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel; o presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, deputado Alberto Pinto Coelho; o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos; e o diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Alexandre Antonio Tombini.
O seminário tem como objetivo divulgar, por intermédio da troca de experiências e de discussões, o resultado das ações já empreendidas, além de demonstrar a viabilidade das microfinanças como investimento e apresentar a potencial contribuição dessa atividade para inclusão social. O sistema de microfinanças age para facilitar o acesso dos micro e pequenos negócios a serviços financeiros como empréstimos, poupanças, seguros, entre outros.
Desde 1998, o Sebrae tem buscado contribuir para a construção de um amplo e sólido segmento de microfinanças, auto-sustentável e integrado ao Sistema Financeiro Nacional. Em 2004, esse trabalho teve reforço a partir de convênio de Cooperação Geral firmado com o Banco Central. "As microfinanças são o sistema alternativo de crédito para as camadas empresariais mais baixas", explica o analista da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, João Silvério Junior.
De acordo com o analista, com a realização desse seminário, o Sebrae espera sensibilizar o Sistema Financeiro Nacional sobre o tema, chamar a atenção dos formadores de opinião, influenciar positivamente o aumento de instituições de microfinanças, além de dar um maior apelo à Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.
Para o chefe-adjunto do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Marden Marques Soares, "o seminário vai possibilitar que operadores e tomadores de crédito possam conjuntamente discutir problemas e encontrar soluções. Muitas entidades que hoje estão funcionando surgiram a partir desse encontro." Ainda segundo ele, o tema microfinanças tem sido uma das prioridades do Banco Central. Leia mais na Agência Sebrae de Notícias (ASN) - http://www.agenciasebrae.com.br/
Matéria publicada na ASN
25/09/08
Repórter Regina Xeyla
Também devem comparecer à abertura do evento o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; os ministros do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Agrário, Carlos Lupi e Guilherme Cassel; o governador de Minas Gerais, Aécio Neves; o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel; o presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, deputado Alberto Pinto Coelho; o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos; e o diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Alexandre Antonio Tombini.
O seminário tem como objetivo divulgar, por intermédio da troca de experiências e de discussões, o resultado das ações já empreendidas, além de demonstrar a viabilidade das microfinanças como investimento e apresentar a potencial contribuição dessa atividade para inclusão social. O sistema de microfinanças age para facilitar o acesso dos micro e pequenos negócios a serviços financeiros como empréstimos, poupanças, seguros, entre outros.
Desde 1998, o Sebrae tem buscado contribuir para a construção de um amplo e sólido segmento de microfinanças, auto-sustentável e integrado ao Sistema Financeiro Nacional. Em 2004, esse trabalho teve reforço a partir de convênio de Cooperação Geral firmado com o Banco Central. "As microfinanças são o sistema alternativo de crédito para as camadas empresariais mais baixas", explica o analista da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, João Silvério Junior.
De acordo com o analista, com a realização desse seminário, o Sebrae espera sensibilizar o Sistema Financeiro Nacional sobre o tema, chamar a atenção dos formadores de opinião, influenciar positivamente o aumento de instituições de microfinanças, além de dar um maior apelo à Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.
Para o chefe-adjunto do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Marden Marques Soares, "o seminário vai possibilitar que operadores e tomadores de crédito possam conjuntamente discutir problemas e encontrar soluções. Muitas entidades que hoje estão funcionando surgiram a partir desse encontro." Ainda segundo ele, o tema microfinanças tem sido uma das prioridades do Banco Central. Leia mais na Agência Sebrae de Notícias (ASN) - http://www.agenciasebrae.com.br/
Matéria publicada na ASN
25/09/08
Repórter Regina Xeyla
Assinar:
Postagens (Atom)
